Mostrar mensagens com a etiqueta Quando penso. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Quando penso. Mostrar todas as mensagens

sábado, 12 de junho de 2010

Ai ai...

Agyness Deyn

Ai ai... E quando, possessas, com vontade de partir a casa com uma bola de bowling enquanto se fuma um maço de ventil, dizemos que nunca mais vamos cometer o mesmo erro e agora ele é que tem de tomar iniciativa, que somos independentes e que não vamos mais atender as suas chamadas?
Ai ai... E quando depois o telemóvel pisca e vamos logo a correr ver se foi ele?
Ai ai... E nunca é.

sábado, 6 de março de 2010

Tweedledee Tweedledum

Entra, estás a vontade. Pede-me para vestir qualquer coisa, despenteia-me e faz-me cócegas na barriga. Faz silêncio. Diz-me que vamos embora, ver fachadas e beber chocolate quente, andar de comboio e dar esmola. Faz-me acreditar que os nuggets não fazem mal e que tudo isto será mais que um texto.

Carolina in Wonderland

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Voltamos dentro de 30seg.

Voltamos à questão do porque-é-que-os-intervalos-demoram-tanto-tempo. E sim. Naqueles domingos de sessões cinematográficas umas atrás das outras, somando tudo, mais é o tempo que perco a ver anúncios da Clearasil ('A cortar os planos? Sim! Não se nota mas sinto uma borbulha a nascer!') e do LIDL (acontecimento histórico e extremamente surpreendente uma vez serem uma novidade nos aparelhos televisivos) do que a ver o próprio filme.

A verdade é que mal começa o intervalo, ocorre um ritual.
Levanto-me, vou a casa de banho para me preparar para a segunda parte do filme, volto para o sofá à espera que comece, fico farta de esperar e dá-me uma fomezinha, vou a cozinha, encho um copinho de leite e um vou buscar o pacote de bolachas, volto ao sofá, já frio, vejo uns quantos anúncios (sempre na esperança de que o próximo irá ser o último), decido então afogar as mágoas no meu telemóvel, ligo às avós (para depois não ouvir reclamações das mesmas), ligo à Susana (que entretanto tem o pai a descer as escadas logo tem de desligar), ligo à Sampaio (que não se cala mas quando a conversa está mesmo interessante ocorre uma necessidade extrema e quase fatal de ir à casa de banho), desisto do telemóvel, olho para o televisor e continua na mesma, decido então mudar de canal (já repararam que os canais dão o intervalo todos ao mesmo tempo?), percorro os canais de música, percorro os Discovery's e os Odisseia's (naquela de dar em intelectual) e depois vou (só espreitar) o E!Entertainement (O quê? A Kim Kardashian perdeu 10kg em dois meses sem dietas? Os 25 piores momentos televisivos de sempre. Os melhores corpos masculinos deste Verão. Hu que interessante), acabo por ficar a ver o canal, depois lembro-me que estava a ver um filme antes, pára tudo, engasgo-me coma última bolacha do pacote, procuro o comando (que ainda há dois segundos estava ao meu colo mas com a histeria emigrou para debaixo do sofá), finalmente encontro o comando, mudo para o filme, vejo uma cena, o ecrã fica preto e a dizer CAST no meio a letras brancas, o filme já estava a acabar. Tal como a minha paciência.

Conclusão: se os intervalos fossem mais curtos, a vida era muito mais fácil e o mundo muito mais cor de rosa. Sem dúvida.

P.S.: Já agora. É só de mim, ou o novo anúncio do Pingo Doce é simplesmente ridículo? Ah e porque é que a musiquinha do anúncio passa na rádio igualmente? Há coisas que me ultrapassam sinceramente.

Carolina Faria

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Quem é Idiota afinal?

Vamos pensar todos em conjunto, todos no mesmo fio condutor de idéias. Vamos lá.

Porque é que os homens são idiotas? Hmm. Respondam lá. Façam-me lá esse favorzinho.
Outra questão. Sendo os homens idiotas, por que é que as mulheres, na sua grande maioria, gostam deles? Hmm. E esta hein?
Mais uma questão. Não façam essa cara que eu sei que vocês gostam. Porque é que as mulheres, sabendo a priori que os homens são idiotas e ponto final, dizem sempre no início de uma relação 'ah este é diferente' quando depois se vem a verificar que ele para além de idiota é otário?

Alguém tem capacidade de me responder?

Conclusão: Os homens são idiotas. E só o deixam de ser quando ficamos nós mulheres idiotas por pensar que eles desta vez não serão idiotas.

Terei direito a aplauso? Se calhar. Não.

Carolina

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Escamas.

Tiro, a maquilhagem, a roupa, os sapatos.
Tiro os brincos, o relógio, os anéis.
Olho-me ao espelho:

'Gostava de ser peixe, só para ter três segundos de memória'

C.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Então e tu?

Conhecer alguém quase tão bem quanto a nós próprios, senão melhor - bem melhor - é um feito. Acontece. Muito.
E é deprimente eu saber o teu próximo passo, entender a tua atitude por mais inconcebível que seja, detectar o teu mais ínfimo pensamento, quando de mim conheço parte incerta.
Serei eu incoerente?
ou
Será que alguma vez me conheceste?
CF?

sábado, 27 de junho de 2009

Simples:

Gosto de frases curtas.

Carolina Duarte

terça-feira, 2 de junho de 2009

Tenho medo
De não viver tempo suficiente
Para deixar registado
Os mil e um recantos da minha mente

Carolina

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

I guess this is growing up...

Sinto. Verifico. Confirmo.
Algo mudou em mim.

Procuro. Questiono. Reflito.
Vejo as coisas de outra forma.

Quando? Porquê? Para?
Há tempo indefinido. Mais tarde hei-de descobrir. Tomar decisões.

Nem sempre tudo é como queremos, muito menos como imaginamos. O sonho cor de rosa começa a perder cor como que queimado pelo sol e talvez seja essa mudança que me faça ver tudo de uma outra prespectiva.
This is pretty gay hun? Whatever.. a vida são dois dias e o carnaval são três.

Carolina

terça-feira, 15 de julho de 2008

Água



Quando o vento sopra e não há nada a acrescentar a não ser o sal na pele e a areia no cabelo.
Quando o mar avança e te toca nos tornozelos fanzendo recuar o corpo.
Quando a onda se aproxima e há uma decisão a tomar, pois há que passar por ela, decisão entre o mergulhar sentindo a derrota, ou indo por cima dela ficando somente a sensação de suspensão.
Quando voltamos ao nosso porto de abrigo, retiramos o que resta deste dia, vai tudo com a água novamente, fica somente a memória que vencemos, ou não.

Carolina

domingo, 13 de julho de 2008

E se..

Sentimos MEDO de falar, de não dizer as coisas certas na altura adequada, de sermos mal vistos. Sentimos MEDO por pensarmos que outros nos achem pouco dignos ou completamente inapropriados. Sentimos MEDO de agir, de fazer o que queremos por pensar que não é assim tão certo, que não tem lógica, que não faz sentido e que vai acabar em nada senão numa perda de tempo. Sentimos MEDO de expressar a nossa opinião, o nosso ponto de vista, só por pensarmos que os outros não vão concordar, porque vão pensar que não batemos bem. Sentimos MEDO de fazer aquilo que mais amamos, enquanto que o deveriamos expôr, gritar ao mundo com todas as nossas forças, escondêmo-lo, fechamonos num mundo só nosso, por pensarmos que não vai ser bem aceite.

Quantas vezes pensamos se morresse amanhã faria isto, se tivesse só mais um mês de vida faria tudo de forma diferente, ora bem, esse momento não é amanhã nem daqui a um mês. Cada vez me apercebo mais que essa vida parela a vida onde faríamos tudo sem pensar 'e se..' é esta mesmo, neste momento.

Frases como viver até à última, viver como se morresse amanhã tornaram-se tão banais, quero pelo menos que sejam ditas de forma credível, sentidas e postas em práctica, não ditas da boca para fora.

Carolina