segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Bem definido


Promise not to say another word
Nevermind, what's done is done.


Desejo.
Quero um último desejo antes de te fechar a porta e dar duas voltas à chave.
Quero um último desejo antes de (tentar) pôr de parte todas as palavras, risos e experiências que conhecemos.
Desejo, não um final feliz, sem rancor, não uma zanga que nos faça (parecer) esquecer tudo o que ficou de nós. Quero simplesmente um final. Uma situação com um ponto final bem definido.

Bring some change up to the bridge
Bring some alcohol
There we'll make a final wish
Just before the fall

Carolina

Talvez amanhã mude

And I wanna believe you
When you tell me that it'll be okay
Yeah, I try to believe you
But I don't

When you say that it's gonna be
It always turns out to be a different way
I try to believe you
Not today




Não posso prometer que o dia de amanhã seja melhor que o dia de hoje, por maior que seja a minha vontade, em torná-lo não só num dia mas, no dia. Queria ter controlo sobre o futuro (e talvez tenha...), assim ia evitar todos estes momentos menos bons em que me dedico a pensar nos 'e se...' porque os 'e se...' não passam disso mesmo, incertezas, que de momento não preciso.
Preciso de uma brisa de realismo, preciso que me rebentem a bolha invisível que me rodeia.
Mas só hoje...


I'ts always been up to you
Lets turn it around, it's up to me
I'm gonna do what I have to do

Carolina

domingo, 5 de outubro de 2008

Ultrapassar

Have you ever been a part of something
that you thought would never end?
And then, of course, it did.
Have you ever felt the weight inside you,
pulling away inside your skin?
Then something had to give...

And now something, has kept me here too long...
And you can't leave me, if I'm already gone.
.
A capacidade de conseguir passar à frente, ter a força de deixar para trás os momentos e palavras que marcaram a nossa memória, deixá-los suspensos, em repouso enquanto nos libertamos e ansiamos a procura de novas sensações, novos sorrisos, algo de verdadeiro que nos faça sentir em casa, que nos faça querer mais e melhor, que nos faça pensar: 'Vou alargar o limite dos meus sonhos, sei que consigo mais'. Essa busca incessante e nunca suficiente diz-me, agora, para largar parte do que tenho.
Largar... Não. Guardar, isso sim.


Carolina

sábado, 4 de outubro de 2008

Secrets and Lies



- I'm not really in a band.
- I don't really work for a label.
- I live in Detroit, not L.A.
- I've never been in Manhattan.
- Truth is... I've been sleeping in my car.
- It's ok. This isn't my appartment.


... I'm not saying I love you. I will say I'll be true...

Carolina

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Pormenor que desaponta

P.S. - Ficou sem gás.

(grito)


Carolina

Fora do possível

Há uma coisa que ainda não consigo fazer: dividir-me em mais que um. Desculpem, não consigo.
Não posso ser uma pessoa contigo, nem contigo, nem também contigo. Não consigo dar para todos pondo-me a mim no final das pessoas com as quais quero estar.

Arranjem-se.

Carolina

domingo, 28 de setembro de 2008

Thoughts and Sofas


I’m so afraid to love you.
I’m so afraid to trust.
I’m confused about how you feel and if what you said is the truth.

I was afraid to let my heart beat.
Afraid to feel those butterflies.
As your sweet songs fill my head with ideas, fill my heart with feelings I sigh and smile.

I whisper, “I love you.” As I slowly stand up and walk away from the music that has made my heartbeat just like it did when you first smiled at me.
I’m afraid that I’m paranoid.
I’m afraid that I don’t know wrong from right or honesty from lies.
I’m afraid that what I’m listening to is going to make me love more than I can deny.
‘I don’t love you.’ Could never slip from my lips, as I do love you. And if I said I didn’t I’d be a liar. Just like you?



Carolina

(?)



Acho que está mais que na altura de deixar cair a máscara, de a soltar e deixar cair no chão enquanto a observo em slow motion a partir-se em mil pedaços que nunca mais se voltarão a recuperar.
Mas parece que a máscara teima em não descolar, não quer abandonar o local onde ridiculamente pensa que pertence, parece que não quer revelar a pessoa que esconde, que tem medo (?).

Se o mundo acabasse amanhã, eu dizia-te.

sábado, 27 de setembro de 2008

Stop, breath and sing

SHIT PISS FUCK CUNT COCKSUCKER MOTHERFUCKER TITS FART TURD AND TWAT
SHIT PISS FUCK CUNT COCKSUCKER MOTHERFUCKER TITS FART TURD AND TWAT
SHIT PISS FUCK CUNT COCKSUCKER MOTHERFUCKER TITS FART TURD AND TWAT

Canção bonita e que dita bem alto e com um certo ritmo relaxa o corpo e alma.

Mentiste

O mundo que se desvenda por detrás de uma mentira revelou-se como uma fotografia polaroid. A verdade nunca é suficiente, levanta questões às quais não estamos dispostos a responder, a frases que não queremos pronunciar para não magoar, para não esfregar sal na ferida, mas parece que nunca vale a pena pois há sempre alguém que nos manda à cara: 'Mentiste' e o típico cliché dado como resposta: 'Não foi por mal' , e não foi mesmo...

Carolina

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

O dia em que conheci o Edsmen

Ora bem... Hoje foi um dia... Giro
Sentadas num banco de um parque infantil observámos a chegada de uma família que a princípio parecia ser de etnia cigana, uma mulher e três filhos, um cigano, um preto e uma menina loira de olhos azuis. Pois bem.. desde logo captou a nossa atenção porque não fazia sentido. Após esta breve introdução deu-se o seguinte diálogo:
susana: Então e ele é cigano?
carolina: Pois não sei mas então que lingua é que eles estão a falar?
susana: ...Sérvio?
carolina: Tens noção que eles veem da hungria certo?
susana: Que?
carolina: Sim..da hungria!

Nisto o suposto irmão que era preto aproxima-se de nós a brincar com uma bola de ténis enquanto a mãe berrava numa língua ainda não idenficada com a suposta filha loira de olhos azuis e falava com o suposto filho igualmente cigano.

puto preto: Olha ele ta a pedir um cigarro (aponta para o cigano e suposto irmão)

Nisto o próprio do cigano que decidiu perder a timidez aproxima-se.

cigano: desculpa podes dar me lume?
carolina: sim claro
cigano: entao como te chamas? (olhar para susana)
susana: susana
cigano: e tu? (olhar para carolina)
carolina: carolina
cigano: edsmen
carolina: ah obrigado
cigano: (olhar estranho)
susana: (sem reacção)
carolina: ah desculpa nao era obrigado era prazer
carolina,susana,cigano: AHAHAHHAHAHAHHA
cigano: entao e são de onde voces?
susana, carolina: ah....... oeiras
cigano: ah ta bem... adeus
carolina,susana: (sem reacção)

E pronto. Momento alto que marcou o dia.

Carolina

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Moda Verão - Outono 08


No dia em que as folhas se soltaram das árvores e decidiram cair nos passeios e jardins. No dia em que eu própria pisei essas mesmas folhas como se fossem sorrisos interrompidos. No dia em que não disse o que tinha planeado dizer e no entretanto tudo fica laranja à minha volta. No dia em que te deixei em vão, na esparança e te disse não, dei por mim e ficou tudo turvo mostrando no céu uma imagem desfocado de um sol.

Naquela altura em que o Verão nos decide abandonar deixando somente o peso na consciência e a responsabilidade de bem vincar na vida.
Transição entre o claro e tranparente para o opaco e difuso.

Carolina

domingo, 21 de setembro de 2008

- Peço desculpa mas estão esgotados.

Acordei de manhã, olhei para o relógio e entre dentes suspirei 'Meio dia e um quarto... Foda-se', palavras soltas desnecessárias porque me virei para o lado e adormeci novamante como se nada fosse.
Tempo incerto depois decidi na minha consciência 'levantar-me', mas não, ainda não era altura, os lençóis adaptavam-se perfeitamente naquele momento e nada os ia fazer separarem-se de mim.
Num rasgar de olhos vi o livro de Geometria a olhar para mim a fazer beicinho, pensei 'Não querido, ainda não são horas.' mas a imagem dele a olhar para mim não desabitou a minha mente e graças a isso não consigui ter paz. Levantei-me.

Até agora não peguei nele. Nem estou para aí virada, hoje não, não.

Necessidade constante de fazer sky diving enquanto ouço Rage Against The Machine. Isso sim faria com que me levantásse.
Só preciso de um bom motivo porque de momento estão esgotados.

Carolina

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Lalala Lala


From all the drugs the one I like more is music
From all the junks the one I need more is music
From all the boys the one I take home is music
From all the ladies the one I kiss is music

Music is my boyfriend
Music is my girlfriend
Music is my dead end
Music is my imaginary friend
Music is my brother
Music is my great-grand-daughter
Music is my sister
Music is my favorite mistress

From all the shit the one I gotta buy is music
From all the jobs the one I choose is music
From all the drinks the one I get drunk of music
From all the bitches the one I wannabe is music

Music is my beach house
Music is my hometown
Music is my kingsize bed
Music is where I meet my friends
Music is my hot hot bath
Music is my hot hot sex
Music is my back rub
My music is where I'd like you to touch

Carolina

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

I'm not your bitch - MADONNA



Mais do que um concerto foi um espectáculo. Mesmo não sendo fã, não há como negar que aquela mulher arrasa qualquer palco tranformando-o no seu mundo.

Não me senti pequena quando cheguei à Belavista e vi 75.000 pessoas em fila para entrar.
Não me senti pequena quando senti essas mesmas 75.000 pessoas concentradas num espaço.
Não me senti pequena quando passavam aviões por cima da minha cabeça a poucos metros.
Senti-me pequena quando Madonna Louise Veronica Ciccone Ritchie surgiu no palco, segura de si, poderosa por demais. Aí sim, senti-me minúscula.

Mais que música foi a mensagem, o TIC TAC TIC TAC que me fazia arrepeiar cada vez que tocava. A irreverência, o 'i just don't care', a personalidade, a atitude tão bem conhecida de Madonna, fez-me pensar e deu-me vontade de viver um dia da vida dela.


"The queen.. on top of the king"

Carolina

sábado, 13 de setembro de 2008

É assim.. Tal e qual



Fiquei chocada com a verdade que isto é. Fiquei espantada com o previsível que conseguimos ser no nosso dia-a-dia.
Vale mesmo a pena ver. Enjoy it.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

(des) foco

Num simples queimar do papel redondante, num arder constante alaranjado, uma chama circular desce como que pronta a deixar sem vestígios o errado. A pressa de apagar o pecado, o "por desvendar", o desconhecido, incentivamos a sua destruição.
Num acto inconsciente, encostada a memórias, inspiro o que desejo, expiro o que anseio. Tudo o que resta, vestígios de fumo pendentes no ar formando curvas e contracurvas como se desenhassem a giz sobre carvão.
Nada mais me desfoca do diluir do branco no nada que nos envolve. Fico concentrada por um momento.

Carolina

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Mudança.

Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.
Na expectativa de algo diferente, fora da rotina.

Tenho de continuar à espera.


Carolina